Por que comemos diferente uns dos outros? Como trazer a diversidade das gentes e dos territórios para a mesa? Como criar pontes entre nós e quem nos nutre - a terra, a sabedoria ancestral?

Cada alimento carrega em si um mundo inteiro e cada receita, um universo. São histórias, conflitos, fronteiras, encontros e fissuras que fazem uma cultura alimentar complexa, poderosa e encantadora. Como carregar essa mensagem rompendo fronteiras e ao mesmo tempo afirmando identidades que são enraizadas em seus territórios?

Ana Cláudia Torres

Especialista em Conservação dos Recursos Naturais e Mestre em Ciências Humanas. Como diretora executiva da Colônia de Pescadores Z4 de Tefé (1994 – 2008), coordenou o Subprojeto ProVárzea/IBAMA: Fortalecimento das organizações de pescadores da região do Médio Solimões, que resultou no primeiro acordo de pesca na região. No Instituto Mamirauá (2009 – 2020), coordena o Programa de Manejo de Pesca, departamento que presta assessoria técnica as comunidades ribeirinhas nos projetos de manejo dos recursos pesqueiros. E é integrante do Grupo de Pesquisa Territorialidades, Organização Social e Dinâmicas Populacionais, da Instituição.

Ernesto Neto

Ernesto Neto nasceu em 1964 no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. 

Desde o início de sua carreira o artista busca desafiar e expandir o vocabulário da escultura, explorando conexões formais e simbólicas entre diferentes materiais, com a força da gravidade como elemento implícito. Nos últimos anos, Neto se volta para materiais naturais, como tecidos e madeira, e para a interação física como aspecto fundamental de sua poética. Formas orgânicas ecoam matrizes e cores de organismos vivos. Suas obras ativam múltiplos sentidos, convidando-nos a entrar em estados meditativos e a reconectar com o sagrado.  Vem desenvolvendo seu trabalho em diversas exposições individuais, coletivas e Bienais.

Mariana Aleixo

Mariana Aleixo é gastrônoma e nasceu na Maré, no Rio de Janeiro. Coordena o Maré de Sabores, projeto da Redes da Maré, que há 10 anos qualifica mulheres em gastronomia e gênero na Casa das Mulheres da Maré.

Dia 30 de novembro de 2020 às 11h

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COMIDA, CULTURA, ARTE E RESISTÊNCIA:

diversidade e reconhecimento da terra e dos territórios. 

Qual o papel da arte, das ações locais, do reconhecimento das práticas tradicionais para tornar a cultura alimentar, a diversidade da terra e dos povos, um epicentro de reflexão e de mobilização?

Qual a importância de construir repertório que valorize e reivindique a pluralidade e riqueza dos saberes e dos sabores?

COMIDA, CULTURA, ARTE E RESISTÊNCIA: 

Diversidade e reconhecimento da terra e dos territórios. 

 
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[ Dando à comida de verdade

o enfoque que ela merece ]

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